Efeitos da pandemia na saúde mental: hábitos saudáveis e exames frequentes podem ajudar

Efeitos da pandemia na saúde mental

Efeitos da pandemia na saúde mental: hábitos saudáveis e exames frequentes podem ajudar

Os efeitos da pandemia na saúde mental impactaram bilhões de pessoas ao redor do mundo. O confinamento, a quarentena, os lockdowns e outras medidas de isolamento social exigiram das pessoas mudanças bruscas no estilo de vida, no lazer, no convívio familiar e na rotina do dia a dia. Simultaneamente às transformações abruptas no modo de viver, também há o medo de ser infectado e/ou infectar pessoas próximas. Assim, o cuidado com a saúde tomou uma nova e maior perspectiva, tornando-se objetivo principal na vida de muita gente.

A insegurança e a instabilidade provocadas por esse momento difícil que a humanidade enfrenta é um terreno fértil para o crescimento de diagnósticos de transtornos psiquiátricos. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar doenças que estão com aumento no número de casos durante a pandemia como Transtorno Mental Comum (TMC), Depressão, Transtorno de Ansiedade, Síndrome do Pânico e Estresse pós-traumático. Para isso, os médicos podem solicitar a realização de testes laboratoriais como hemograma, exame de urina e avaliação da função endócrina ou hepática para constatar, ou não, se o transtorno pode ser fruto de outra doença. Alguns desses testes estão disponíveis no catálogo de produtos da Celer, que conta com o que há de melhor da tecnologia POC (Point of Care), uma grande aliada na identificação rápida de diversas doenças e seus quadros, no traço de um prognóstico e na pronta orientação ao paciente.

Efeitos da pandemia na saúde mental

O Ministério da Saúde divulgou, em setembro do ano passado, a primeira fase de uma pesquisa sobre a saúde mental do brasileiro durante a pandemia da COVID-19 que constatou que a ansiedade é o transtorno mais presente no período. Outro ponto que relaciona a COVID-19 à saúde mental são os efeitos da própria doença no cérebro e no bem-estar mental. Pessoas infectadas podem desenvolver sintomas de ansiedade ou pânico por não saberem como se dará o desenvolvimento do vírus em seus organismos, temendo internações ou agravamentos.

Da mesma forma que a COVID-19 provoca danos respiratórios e cardíacos, alguns infectados receberam diagnóstico de alterações neurais ocasionadas por infecções no sistema nervoso. Dentre os sintomas, os mais recorrentes são dores de cabeça, perda da memória e alterações na audição e na visão.

O psiquiatra Lucas Brandão relata esse fenômeno do aumento dos casos de enfermidades mentais em seu dia a dia no consultório. “A experiência que a gente vê no dia a dia é que sim, o adoecimento aumentou e a demanda, a procura por atendimento, também. Então, aparentemente, todo o raciocínio leva a crer que a pandemia contribui e causa o aumento das doenças mentais, provocando maior procura dessas pessoas pelo atendimento”, conta o médico. Mas o que pode ser feito para evitar ou melhorar essas condições?

Janeiro Branco

A campanha Janeiro Branco tem como objetivo chamar atenção para as questões da área da saúde mental. O foco é disseminar a “cultura da saúde mental”, em que se almeja uma sociedade que fale abertamente das doenças mentais. Afinal,  ter saúde significa também estar bem com a própria mente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) define o termo saúde como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas como a ausência de doença ou enfermidade”.

Atendimento rápido e cuidado global

Quando se trata de saúde, em geral, o acompanhamento constante e o atendimento rápido são essenciais. Na saúde mental não é diferente. Quanto mais precoce o atendimento, maiores as chances de alcançar um resultado positivo. Segundo o psiquiatra Lucas Brandão, essa relação entre atendimento precoce e melhora nos casos está estabelecida nos casos dos transtornos de humor, sobretudo quando se trata da depressão.

Porém, o estigma ao redor das doenças mentais pode atrasar esse encontro entre quem precisa de ajuda e quem pode ajudar. Lucas Brandão admite que ainda existe essa resistência, mas aponta que o tabu recuou: “As pessoas estão mais receptivas à ideia de tratar os quadros psiquiátricos, entretanto, não podemos nos esquecer de buscar atendimento o quanto antes”, alerta.

A principal ferramenta de diagnóstico psiquiátrico é a entrevista clínica. Além disso, testes laboratoriais podem ser feitos para ajudar no diagnóstico. Os testes surgem como uma ferramenta de avaliação do quadro geral de saúde e de possível exclusão de quadros orgânicos, ou seja, para se ter certeza se a enfermidade é mesmo mental. Mesmo porque é comum a presença ou o desenvolvimento de sintomas psiquiátricos em enfermidades que se iniciam de um quadro orgânico.

Outro ponto em que os testes laboratoriais auxiliam é por meio dos novos testes que traçam o perfil enzimático hepático dos pacientes, que indicam a capacidade que o organismo do paciente possui na metabolização de alguns medicamentos. Assim, é possível facilitar a recomendação de medicamentos adequados a cada organismo.

Para qualquer uma dessas investigações, a Celer disponibiliza exames laboratoriais tanto para a avaliação da condição geral do organismo do paciente quanto para a condição metabólica de recepção aos medicamentos. São os conhecidos exames de check-up laboratorial e os exames de perfil enzimático hepático, que apresentam os marcadores hormonais e permitem a avaliação do metabolismo.

 Cuidados em relação à saúde mental em tempos de pandemia

O contexto de pandemia não passou com a chegada de um novo ano. O acompanhamento e a manutenção da saúde, com exames, consultas e hábitos saudáveis continuam sendo a recomendação dos médicos. Devem-se manter hábitos como: atividade física frequente, alimentação equilibrada e saudável, manutenção (em segurança) dos laços com os familiares e amigos. Lucas Brandão reforça a importância da auto observação e recomenda o contato com psicólogos: “A psicoterapia é muito indicada. Além disso, é importante ter uma atenção com a quantidade e a qualidade do sono, alterações de apetite e comportamentos e tentar procurar ajuda o mais breve possível”, explica.

Junto a isso, Lucas sugere que a seleção da quantidade e da qualidade de informações que se obtém pode fazer muita diferença. Ele explica que esse comportamento é importante “para que não entre numa espiral do adoecimento com notícias muito ruins e grande quantidade de notícias falsas”.

A recomendação final é que as pessoas estejam atentas às mudanças do organismo como um todo. Ao início de qualquer sintoma, sejam quadros ansiosos, depressivos ou outros, deve-se buscar uma avaliação da saúde em geral e procurar ajuda psiquiátrica o mais breve possível. Caso o profissional solicite um teste laboratorial, a Celer Biotecnologia oferece testes rápidos, com a tecnologia POC, que agilizam o diagnóstico e as condutas médicas. Para mais informações, clique aqui e conheça nossos produtos.

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