Variante do vírus SARS-CoV-2 permanece detectável pelo teste PCR da Celer

Nova variante do vírus SARS-CoV-2 não afeta a detecção dos genes alvos marcados pelo Celer Sansure kit de detecção por PCR em tempo real para SARS-CoV-2

Variante do vírus SARS-CoV-2 permanece detectável pelo teste PCR da Celer

Recentemente, a nova variante do vírus SARS-CoV-2, conhecida como B.1.1.7, ou VOC 202012/01, trouxe mais preocupação para todo o mundo. As mutações genéticas encontradas na nova variante estão relacionadas a maior capacidade de transmissão. Com um aumento expressivo de casos na Inglaterra, surgiram dúvidas quanto à capacidade infecciosa dessa variante e à possibilidade de não ser identificada pelos testes.

Contudo, a eficácia do kit Celer Sansure Kit de Detecção por PCR em Tempo Real para SARS-CoV-2 não deve entrar na lista de preocupações em relação à essa variante do vírus. O kit de teste PCR oferecido pela Celer possui como alvo fragmentos genéticos  do vírus que não sofreram mutação e continuam presentes entre as variantes.

O ano de 2020 foi marcado por diversos desafios e, como podemos ver, os desafios também estarão presentes em 2021. A Celer enfrentou 2020 com superação e crescimento e é com a mesma postura que continua no ano que se inicia. Os testes da Celer continuam sendo produtos aliados ao combate do coronavírus na identificação da doença e na simplicidade e rapidez com que apresenta o diagnóstico. O Celer Sansure Kit de Detecção por PCR em Tempo Real para SARS-CoV-2 permanece eficaz e seguro neste novo capítulo da batalha da pandemia.

 A chegada da variante do vírus SARS-CoV-2

A nova variante do vírus SARS-CoV-2, causador da COVID-19, foi identificada no Reino Unido em dezembro de 2020. Em meados do mês, os britânicos se viram preocupados com um aumento relevante nas taxas de contaminação por COVID-19 no Sudeste da Inglaterra mesmo em meio a todas as restrições aplicadas que tentavam controlar o vírus. Houve a confirmação que se tratava de uma mutação. Assim, surgiu muita preocupação em relação à gravidade da mutação, à eficiência da vacina e dos testes.

A nova variante do vírus chegou também ao Brasil, tendo os primeiros casos detectados em São Paulo no final de dezembro. Estudos comprovaram que ela é 56% mais contagiosa que a versão que já estávamos combatendo. Apesar disso, a mutação não significa casos mais graves, ineficiência da vacina ou invalidação dos testes que já estavam sendo aplicados. Por isso, em relação ao teste PCR oferecido pela Celer, a preocupação não é necessária. Vejamos abaixo as características da mutação do vírus SARS-CoV-2, causador da COVID-19 para compreendermos que tais mutações não estão presentes nos alvos de identificação do teste.

 Quais são as características dessa mutação?

Segundo artigo publicado na revista Virology, a variante do vírus SARS-CoV-2 é identificada como B.1.1.7. A alteração é definida por 23 mutações: 14 mutações não-sinônimas, 3 deleções e 6 mutações sinônimas. Algumas delas estariam relacionadas à velocidade de transmissão. Segundo especialistas da área, nem toda alteração no código genético do vírus é benéfica para sua estrutura.

Ao longo da pandemia, pesquisadores perceberam que algumas mutações ocorridas implicaram na extinção do vírus. A grande diferença é que a nova cepa identificada no Reino Unido mostrou uma alta capacidade adaptativa, explicando o porquê da alta taxa de transmissão.

Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP) da USP detectaram algumas condições que tornam a variante do vírus SARS-CoV-2 mais infecciosa. O estudo captou que a proteína spike – estrutura em forma de coroa que dá nome à família de coronavírus – da nova variante tem maior capacidade de interação molecular com o receptor ECA2. Essa maior capacidade de ligação com o ECA2 aumenta exponencialmente a possibilidade de infecção. Apesar dos avanços nas pesquisas, como a nova variante do vírus SARS-CoV-2 é recente, ainda não é possível detalhar se ela é mais ou menos grave para a saúde.

Alguns testes disponíveis no mercado que apenas identificam a proteína S podem apresentar resultados falso negativos nos diagnósticos dessa nova variante. Este não é o caso dos testes PCR da Celer, que são capazes de detectar a nova variante do vírus.

A eficácia permanente do kit de RT-PCR da Celer na identificação do SARS-CoV-2

O kit da Celer de detecção por PCR em tempo real para SARS-CoV-2 funciona mesmo com a variante do vírus. A Sansure Biotech, fabricante do kit, declara que a variante do vírus SARS-CoV-2 não interfere na marcação dos genes que são identificados.

“O kit de RT-PCR em tempo real da Celer faz a detecção de regiões conservadas do material genético de SARS-CoV-2, ou seja, que não sofreram mutação”, explica Danielle Fonseca, mestre em Ciências da Saúde pela Fiocruz Minas e assessora científica da Celer.

Assim, o Celer Sansure Kit de Detecção por PCR em Tempo Real para SARS-CoV-2 permanece eficaz e seguro para identificar a COVID-19 mesmo em sua nova versão, por identificar aquilo que as versões do vírus carregam em comum.

A declaração da fabricante garante que não há motivo para preocupação: “Comparado com a lista de mutações genéticas contidas na nova cepa do coronavírus VOC-202012/01, não foram encontradas mutações nas sequências alvo do kit, portanto, não irá afetar a detecção da variante VOC-202012/01 pelo kit Celer Sansure Kit de Detecção por PCR em Tempo Real para SARS-CoV-2.”

Danielle reforça que não há motivo para desconfiança no caso de uso do teste PCR da Sansure. “As sequências que o kit detecta são as mesmas entre as variantes de SARS-CoV-2, por isso a nova variante ainda é possível de ser detectada pelos reagentes da Celer”, reitera.

O objetivo da Celer é continuar oferecendo soluções eficazes. Os testes que oferecidos permanecem seguros na luta contra o coronavírus. Para saber mais e entender as especificidades técnicas do kit, acesse aqui ou entre em contato.

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