10 de dezembro de 2021

AIDS: Em caso de comportamento de risco, faça o teste!

A letalidade da AIDS assustou tanto os cientistas como a comunidade mundial no início da década de 1980 (quando a doença foi descrita), que a…

A letalidade da AIDS assustou tanto os cientistas como a comunidade mundial no início da década de 1980 (quando a doença foi descrita), que a Organização Mundial da Saúde (OMS) logo instituiu o Dia Mundial de Combate à doença em 1988. Celebrada em 1º de dezembro, a data tem sido usada pelos países para conscientizar suas populações de que é necessário adotar hábitos preventivos para reduzir os índices de contaminação e almejar  – quem sabe – o fim dessa epidemia mundial que já dura 40 anos.

Desde o início, 32 milhões de pessoas já morreram de doenças relacionadas à AIDS. Apenas em 2018, foram notificadas mundialmente 1,7 milhão de novas infecções pelo HIV e 770 mil pessoas morreram, 33% a menos que em 2010.

No Brasil, o Ministério da Saúde estima que 866 mil pessoas vivam com o vírus HIV e a epidemia no país é considerada estabilizada. Em 2017, foram diagnosticados 42.420 novos casos de HIV e 37.791 ocorrências de AIDS. Mesmo assim, há campanhas anuais de conscientização para diversos públicos como jovens, idosos, mulheres, homens heterossexuais e população LBGTQI+, para que as chamadas condutas de risco sejam abandonadas.

 

AIDS

A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS é a sigla em inglês) é a doença causada pela infecção do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV, em inglês), que ataca o sistema imunológico, que é o responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. O vírus é capaz de alterar o DNA dessa célula e fazer cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.

No entanto, não são todas as pessoas infectadas pelo HIV que desenvolvem AIDS. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas ou desenvolver a doença, mesmo assim, eles podem transmitir o vírus a outras pessoas.

 

CAUSAS

Não são todas as pessoas infectadas pelo HIV – soropositivas – que desenvolvem AIDS. Há muitos que vivem anos sem apresentar sintomas ou desenvolver a doença, mesmo assim, podem transmitir o vírus a outros indivíduos.

Dessa forma a transmissão do HIV, e por consequência do risco de desenvolvimento da AIDS, acontece por:

  • Sexo vaginal sem camisinha;
  • Sexo anal sem camisinha;
  • Sexo oral sem camisinha;
  • Uso de seringa por mais de uma pessoa;
  • Transfusão de sangue contaminado;
  • Da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação
  • Uso de instrumentos que furam ou cortam não esterilizados.

Diagnóstico de AIDS

Segundo dados do UNAIDS, programa das Nações Unidas que trata dessa epidemia, há 37,9 milhões de pessoas infectadas pelo vírus HIV no mundo, mas esse número pode ser maior já que nem todas sabem dessa condição de saúde. Delas, 1,7 milhão são crianças menores de 15 anos.

Dessa forma, o exame de sangue positivo para HIV é a primeira medida para controlar a doença, visto que pode aumentar consideravelmente a expectativa de vida de uma pessoa que vive com o vírus. Quem se testa com regularidade, busca tratamento no tempo certo e segue as recomendações da equipe de saúde tem ganhos em qualidade de vida.

Assim, se a pessoa passou por uma situação de risco, como ter feito sexo desprotegido ou compartilhado seringas, é imprescindível que se submeta ao teste anti-HIV, pela coleta de sangue ou fluido oral. No Brasil, há exames laboratoriais, autotestes e testes rápidos, que detectam os anticorpos contra o HIV. 

As mães que vivem com HIV têm 99% de chance de terem filhos sem o HIV se seguirem o tratamento recomendado durante o pré-natal, parto e pós-parto.

 

Solução de Diagnóstico

O EXACTO PRO TEST HIV e o EXACTO Test HIV da Celer oferecem testes de diagnóstico rápido (TDR) para triagem de HIV-1 e HIV-2 de forma simples e rápida, com resultado em 10 minutos.

O produto tem duas versões: para autoteste e para o uso de profissionais de saúde, com sensibilidade de 100% e especificidade de 98,5%.

 

Referências Bibliográficas

MORA, Eduardo Milani. LACQUA, Najla Fernanda de. Vírus da Imunodeficiência Humana: Um panorama acerca das infecções no Brasil. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 05, Vol. 04, pp. 111-120. Maio de 2020. ISSN: 2448-0959. Disponível em: <https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/imunodeficiencia-humana > Acesso em 29 nov 2021 às 21h50

BRASIL, Ministério da Saúde. O que é HIV. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/o-que-e-hiv >. Acesso em: 30 nov 2021 às 8h50

BRASIL, Ministério da Saúde. Saúde de A-Z. Aids-HIV. Disponível em: <https://antigo.saude.gov.br/saude-de-a-z/aids-hiv >. Acesso em: 30 nov 2021 às 9h40

BOA SAÚDE. Histórico da AIDS, uma história de lutas , decepções, guerras de vaidades e coragem. Disponível em: <https://www.boasaude.com.br/artigos-de-saude/3838/-1/historico-da-aids-uma-historia-de-lutas-decepcoes-guerra-de-vaidades-e-coragem.html>. Acesso em: 29 nov 2021 às 20h30.

UNAIDS. Acabar com as desigualdades. Acabar com a AIDS. Acabar com as pandemias. Disponível em: <https://unaids.org.br/2021/10/dia-mundial-da-aids-2021/>. Acesso em: 29 nov 2021 às 21h10.

 

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